
É, digamos que o tema desta série seja a mais evidente constatação da minha falta do que comentar. No entanto, diante do liame que nos faz grandes confidentes, caros amigos, cada detalhe da nossa vida se faz merecedor de gigantescos realces.
Enfim, devo dizer-lhes que acabo de ingerir 7 coxinhas fritas, feitas aqui em casa mesmo, daquelas que incitam os gordos a comê-las e que alimentam a esperança de donos de funerárias, visto que, diante de tanta gordura, só o coração do RoboCop seria imune ao assassino colesterol.
Todavia, nem tinham tanto óleo, viu? Quando eu as erguia do recipiente para levá-las à boca, do meio da massa escorria um fio de óleo semelhante àquele fio d'água que insiste em sair de chuveiro velho, fechado, depois do banho.
Ah, mas eu só lido com coisas saudáveis. Acompanhando esse meu sublime banquete, mergulhei na garrafa de uma magnânima Coca-Cola, estupidamente gelada, que desceu rasgando garganta abaixo, no enlace entre o líquido e óleo puro, ao som dos incisivos goles emanados da garganta sedenta.
Bom, cheguei à conclusão de que gordura é coisa da cabeça da gente. Comamos o que der na telha, sem medo de ser feliz. Certifiquei-me disso quando fui à psicóloga e perguntei:
_ 'Doutora, estão dizendo que estou gordo demais, que estou fora do peso etc. Isso é verdade?'
Ela olhou bem para mim e disse:
_ 'Não, Sérvulo. Fique tranquilo. O povo fala demais. Agora puxe essas duas cadeiras e sente-se aqui à minha frente para a gente começar a consulta'.
E outra, não basta ser pobre para ter a honra de comer frituras em plena madrugada. Tem que pesar mais de 100 quilos mesmo para andar de carro (dos outros, claro!) e falar que é rebaixado.
Quem não namora, minha gente, come coxinhas. kkkkk
Enfim, devo dizer-lhes que acabo de ingerir 7 coxinhas fritas, feitas aqui em casa mesmo, daquelas que incitam os gordos a comê-las e que alimentam a esperança de donos de funerárias, visto que, diante de tanta gordura, só o coração do RoboCop seria imune ao assassino colesterol.
Todavia, nem tinham tanto óleo, viu? Quando eu as erguia do recipiente para levá-las à boca, do meio da massa escorria um fio de óleo semelhante àquele fio d'água que insiste em sair de chuveiro velho, fechado, depois do banho.
Ah, mas eu só lido com coisas saudáveis. Acompanhando esse meu sublime banquete, mergulhei na garrafa de uma magnânima Coca-Cola, estupidamente gelada, que desceu rasgando garganta abaixo, no enlace entre o líquido e óleo puro, ao som dos incisivos goles emanados da garganta sedenta.
Bom, cheguei à conclusão de que gordura é coisa da cabeça da gente. Comamos o que der na telha, sem medo de ser feliz. Certifiquei-me disso quando fui à psicóloga e perguntei:
_ 'Doutora, estão dizendo que estou gordo demais, que estou fora do peso etc. Isso é verdade?'
Ela olhou bem para mim e disse:
_ 'Não, Sérvulo. Fique tranquilo. O povo fala demais. Agora puxe essas duas cadeiras e sente-se aqui à minha frente para a gente começar a consulta'.
E outra, não basta ser pobre para ter a honra de comer frituras em plena madrugada. Tem que pesar mais de 100 quilos mesmo para andar de carro (dos outros, claro!) e falar que é rebaixado.
Quem não namora, minha gente, come coxinhas. kkkkk







