Bastante têm se questionado acerca da minha postura opinativa, especialmente por agora eu ser um Bacharel em Direito, sobre assuntos que circundam o nosso cotidiano. Aliás, "grande coisa"! Contudo, não é porque fiquei na faculdade de Direito por 5 anos que deveria ter perdido os meus princípios, ter me dispersado na forma de pensar e ter manchado o meu caráter que, modéstia à parte, reputo límpido. Tornei-me Bacharel em Direito, sim, mas de direito de gente que presta, de gente de bem, de gente honesta.
Quando vociferei contra o tal Lindemberg, assim como nunca hesito em "quebrar o pau" com as coisas erradas a modos agressivíssimos, admito, é porque sinto uma revolta imutável que advém do meu intrínseco. Com enfoque nas penalidades de bandidos como o supracitado, por exemplo, sempre quis (e quero!) que morressem ou apodrecessem na cadeia, o que não significa dizer que eu não saiba que as nossas leis não permitem tais condenações. No entanto, aos olhos de muitos, inclusive de parceiros do concluído curso, parece que o bacharelado veio para me impedir de sonhar, pois assim que me tornei um bacharel, para eles, eu deveria pensar duas vezes antes de se quer desejar o pior ao criminoso cujos atos vis estivessem comprovados a títulos irrefutáveis.
Oras, meu Deus do céu! Eu colei grau para ser Bacharel em Direito e não para ser Arcanjo ou algo do tipo!
Então, devo reiterar que, sim, hoje sou um Bacharel em Direito, sempre atento às nossas legislações e cumpridor das mesmas. Porém, à mesma medida, sou um fiel discordante de muitas dessas normas penais que são absolutamente inadequadas à sanguinária atualidade social.
Insisto, sou Bacharel em Direito, SIM, conhecedor do mundo jurídico (um pouco, vai!) e seguidor dos regulamentos legais, todavia não me desvencilho da utópica ideia de vivenciar momentos de glória, ao doído som da repressão estatal (com leis pesadas) sobre os canalhas, fazendo-os efetivamente pagar pelos crimes que cometem, quiçá até com as próprias vidas.
Sou Bacharel, SIM, de direitos de quem levanta para trabalhar com muito sacrifício, tendo em casa uma família inteira para sustentar. Sou Bacharel em direito alheio, daquele alicerçado pela boa-fé, pela responsabilidade social e solidariedade. Também sou Bacharel em direitos da mãe que chora pelo seu filho doente, do honesto desamparado, da criança desconsolada e do pobre emudecido pelo Estado. Sou Bacharel em direito de gente direita, de pessoa que batalha, de ser humano que luta e anda nos caminhos da correição.
Entretanto, não sou e JAMAIS serei Bacharel em direitos de canalhas, ordinários, ladrões, extorsionários, desgraçados, desumanos e afins, ainda que isso me custe a credibilidade de muitos e a confiança de afetuosos.
Quer dizer, isso é de mim; é inerente; está no sangue!
Por fim, não tenho dúvidas de que a nossa essência moral é a que prevalece. Não há carteiras de academias, tampouco professores que nos persuadam, ao passo que quem realmente manda é aquela vozinha do bom senso que sai de dentro dos nossos corações.
Não sou perfeito, óbvio, só que também não sou um cretino que protege outros cretinos sob a tese de que TODOS merecem respeito. NÃO! Nem todos merecem respeito. Bandido não merece o respeito de ninguém, então essa tese cai por terra.
E outra, não aceito argumentos formados num mundo em que bandido é louvado e protegido enquanto o trabalhador é massacrado e ofendido.
Por isso, seja você mesmo, a qualquer preço, por mais que possam repreendê-lo.
Fixe-se à sua identidade e resguarde a sua personalidade. Avalie-se pelo que pensa e acredita, independente das interferências e/ou divergências que cruzarem o seu caminho.
Logo, mantenha-se atrelado aos seus ideais, pois, definitivamente, são eles que o alçarão ao seu sucesso absoluto. ;)
Quando vociferei contra o tal Lindemberg, assim como nunca hesito em "quebrar o pau" com as coisas erradas a modos agressivíssimos, admito, é porque sinto uma revolta imutável que advém do meu intrínseco. Com enfoque nas penalidades de bandidos como o supracitado, por exemplo, sempre quis (e quero!) que morressem ou apodrecessem na cadeia, o que não significa dizer que eu não saiba que as nossas leis não permitem tais condenações. No entanto, aos olhos de muitos, inclusive de parceiros do concluído curso, parece que o bacharelado veio para me impedir de sonhar, pois assim que me tornei um bacharel, para eles, eu deveria pensar duas vezes antes de se quer desejar o pior ao criminoso cujos atos vis estivessem comprovados a títulos irrefutáveis.
Oras, meu Deus do céu! Eu colei grau para ser Bacharel em Direito e não para ser Arcanjo ou algo do tipo!
Então, devo reiterar que, sim, hoje sou um Bacharel em Direito, sempre atento às nossas legislações e cumpridor das mesmas. Porém, à mesma medida, sou um fiel discordante de muitas dessas normas penais que são absolutamente inadequadas à sanguinária atualidade social.
Insisto, sou Bacharel em Direito, SIM, conhecedor do mundo jurídico (um pouco, vai!) e seguidor dos regulamentos legais, todavia não me desvencilho da utópica ideia de vivenciar momentos de glória, ao doído som da repressão estatal (com leis pesadas) sobre os canalhas, fazendo-os efetivamente pagar pelos crimes que cometem, quiçá até com as próprias vidas.
Sou Bacharel, SIM, de direitos de quem levanta para trabalhar com muito sacrifício, tendo em casa uma família inteira para sustentar. Sou Bacharel em direito alheio, daquele alicerçado pela boa-fé, pela responsabilidade social e solidariedade. Também sou Bacharel em direitos da mãe que chora pelo seu filho doente, do honesto desamparado, da criança desconsolada e do pobre emudecido pelo Estado. Sou Bacharel em direito de gente direita, de pessoa que batalha, de ser humano que luta e anda nos caminhos da correição.
Entretanto, não sou e JAMAIS serei Bacharel em direitos de canalhas, ordinários, ladrões, extorsionários, desgraçados, desumanos e afins, ainda que isso me custe a credibilidade de muitos e a confiança de afetuosos.
Quer dizer, isso é de mim; é inerente; está no sangue!
Por fim, não tenho dúvidas de que a nossa essência moral é a que prevalece. Não há carteiras de academias, tampouco professores que nos persuadam, ao passo que quem realmente manda é aquela vozinha do bom senso que sai de dentro dos nossos corações.
Não sou perfeito, óbvio, só que também não sou um cretino que protege outros cretinos sob a tese de que TODOS merecem respeito. NÃO! Nem todos merecem respeito. Bandido não merece o respeito de ninguém, então essa tese cai por terra.
E outra, não aceito argumentos formados num mundo em que bandido é louvado e protegido enquanto o trabalhador é massacrado e ofendido.
Por isso, seja você mesmo, a qualquer preço, por mais que possam repreendê-lo.
Fixe-se à sua identidade e resguarde a sua personalidade. Avalie-se pelo que pensa e acredita, independente das interferências e/ou divergências que cruzarem o seu caminho.
Logo, mantenha-se atrelado aos seus ideais, pois, definitivamente, são eles que o alçarão ao seu sucesso absoluto. ;)
0 comentários:
Postar um comentário