CRÔNICAS, HOMENAGENS E PLANTÕES!

Comente despudoradamente!

Quer se comunicar com o "O HOMEM DO POVÃO"?

Mande seu e-mail para o:

servulo_guimaraes@hotmail.com

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

ANO NOVO! VIDA NOVA!

(TEMA ABORDADO: ANO NOVO)

O ano de 2009 está chegando ao fim. Às portas de 2010 vamos correndo às lojas de roupas e compramos vestes novas, sapatos e acessórios brancos para encararmos o réveillon com a alma lavada. Os pedidos para o ano vindouro são inúmeros e as intenções são as melhores possíveis. Todo o mundo fica feliz e dá a impressão de que os nossos problemas são abruptamente esquecidos. Sempre nesta época almejamos muita alegria, paz e boas realizações para o mundo, quesitos estes que estão fazendo muita falta na nossa humanidade.
Agora, então, teremos 2010 motivos para refletirmos sobre as nossas operações. Posteriormente a dois milênios e uma década do nascimento do Homem mais importante que já passou por esta Terra, teremos que rever os nossos conceitos e separarmos o joio do trigo. Façamos das nossas consciências, prezados amigos, verdadeiros júris a fim de que possamos julgar as nossas ações, os nossos atos, as nossas vidas.
Será que estamos seguindo à risca tudo aquilo que Ele nos ensinou há 2010 anos? Será que estamos fazendo por merecer para sermos dignos de sermos chamados de filhos de Deus? Será que estamos, de fato, vivenciando o espírito fraternal que norteia a moral, os bons costumes e a decência? Será, nobres amigos, que estamos fazendo jus ao que os nossos pais esperam da gente? Pelo o que observamos não é bem assim que tem acontecido, pois os valores éticos não estão tendo a sua devida eficácia em diversos âmbitos da nossa sociedade, a começar pelas falhas que cometemos no dia-a-dia a alguns políticos deste Brasil que em vez de nos representarem no exercício das suas funções envergonham a Nação brasileira em face dos seus maculados feitos corruptíveis. Sobretudo, avaliemos com severidade os nossos conceitos e injetemos amor nas nossas manifestações. Tenhamos compaixão pelo próximo e façamos das nossas casas exemplos a serem seguidos. Ajudemos os mais necessitados e vivamos o verdadeiro sentido da vida. Convivamos de maneira justa e atribuamos ao próximo a confiança que esperamos receber de outrem. Façamos, enfim, acima de tudo, a nossa parte, pois só assim poderemos conduzir este país a um destino glorioso no qual haverá menos injustiça, menos desigualdade social e harmonia entre os povos.
Creiamos, então, a contar do primeiro segundo do dia 01 de janeiro de 2010, que teremos 2010 motivos para sermos felizes, uma vez que só somos integralmente felizes quando compartilhamos a felicidade com os outros. Afinal, a felicidade, de modo geral, é um favor divino, mas na maioria das vezes é uma conquista intrínseca de cada um de nós.
FELIZ 2010! Que este ano novo seja infestado de boas conquistas para todos os homens de bem!

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

MESTRE DALBORGHA

(TEMA ABORDADO: LUIZ CARLOS ALBORGHETTI - "MESTRE DALBORGHA")

Das entranhas de ANDRADINA, SP, para o mundo, nascido aos 12 dias do mês de fevereiro do ano de 1945, expelia do ventre da mãe denominada por NAÇÃO BRASILEIRA um dos seus filhos que mais a amara nesta vida enquanto viveu, amor este que de forma impaciente era exposto por meio de palavrões, xingamentos, indignações, etc. Entretanto, essa rebeldia tinha um fundamento humanístico, solidário e bondoso em todas as suas explanações. No decorrer da sua vida esse filho que falecera no dia 09 deste mês deixou muitos desafetos, talvez até muitos processos judiciais, no entanto, para os que das ideias dele eram adeptos, deixou uma enorme saudade que nos remeterá à triste constatação de que perdemos um fiel defensor da moral e dos bons costumes deste país. O nome desse exímio brasileiro é LUIZ CARLOS ALBORGHETTI, um jornalista policial que atuou por muitos anos em programas dessa área no Estado do Paraná, onde também exerceu cargos políticos como de vereador na cidade de Londrina e de Deputado Estadual nesse mesmo Estado na década de 80 em diante.
Luiz Carlos Alborghetti, não tão divulgado na mídia dominante, foi considerado um dos jornalistas mais contundentes do Brasil. Muito criticado por não ter “papas na língua”, foi o espelho que o apresentador do SBT, o Ratinho, teve em sua carreira. Repórter por 7 anos do andradinense, Ratinho encarrilhou no ramo substituindo o então apresentador nas suas ausências e, ao passar do tempo, absorveu para si a ira que todos os brasileiros têm vontade de declarar aos quatro ventos, mas que por falta de coragem não o fazem. Alborghetti, portanto, não tinha medo de nada e nem de ninguém assim como o Ratinho se caracteriza, todavia, sempre temeu apenas um perigo: o câncer. O aguerrido defensor da família, em face da sua garra e luta, acometido pelo mal que em outrora receava, à beira do óbito, também deu um exemplo se mostrando forte, fiel a Deus, dizendo que estaria se curando e que ainda voltaria para a televisão para um novo trabalho, o que de fato, infelizmente, não aconteceu. O mais corajoso dos âncoras jornalísticos, enfim, firmado no propósito de querer ver o nosso povo livre dos “cânceres sociais” que nos afligem acerca da bandidagem, partiu dentre nós sem ter conseguido contemplar o resultado efetivo das suas reivindicações, e a cada dia estamos sendo sufocados pela corrupção escorada por uma impunidade sem fim.
Luiz Carlos Alborghetti, também chamado de “Mestre Dalborgha”, materializava um caráter que fará muita falta no contexto em que vivemos, de modo que as suas ideologias, quer queiram, quer não queiram, são as mais efetivas a fim de combate ao crime organizado da nossa atualidade. Embora sustentasse sugestões contraditórias a alguns preceitos constitucionais, o polêmico jornalista valorizava os HUMANOS DIREITOS, bem ao contrário do que observamos sendo resguardados pelas comissões dos DIREITOS HUMANOS. Entre frases e citações, este ícone que marcou história sendo um fiel escudeiro das pessoas de bem, deixou “no ar” um questionamento passível de ser analisado pelas nossas autoridades quanto à maneira de lidar com a criminalidade, haja vista que se não a combatermos com as mesmas armas com que nos ferem, a curto prazo, seremos massacrados como uma latinha de cerveja às vésperas da reciclagem. Sendo assim, deixemos a hipocrisia de lado e enfrentemos os problemas como eles realmente são. Valorizemos quem verdadeiramente tem valor e punamos severamente os malfeitores. Só assim alimentaremos a utopia de que ainda comporemos uma sociedade digna de sobreviver.
Como disse esse saudoso comentarista policial, bandido bom é bandido morto. Logo, deixemos de construir penitenciárias e nos dediquemos a construir mais cemitérios.
-------------------------------------------------------------------------------------------------
VEJA DOIS DOS VÍDEOS DO "MESTRE DALBORGHA" QUE ESTÃO ESPALHADOS PELA INTERNET.



quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

HOMENAGEM PÓSTUMA - 17

EDUARDO E RENATA



ESPETÁCULO SEM ENSAIOS

“A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.”

Sabiamente, Charlis Chaplin, ao fazer essa menção à vida, nos trouxe à realidade das coisas. De forma figurada o exímio ator inglês, também conhecido no Brasil por Carlitos, resumiu em poucas palavras o que esta nossa passagem pela Terra significa verdadeiramente, ou seja, uma peça de teatro sem ensaios. No teatro, a exclusão dos menos capacitados é natural para que sobressaiam os melhores atores; já na vida real, muitas vezes, excluímos e humilhamos as pessoas em benefício próprio, ao passo que, aos olhos do GRANDE DIRETOR que tudo vê, quem está se excluindo somos nós mesmos. Em determinadas ocasiões achamos que somos o destaque do palco teatral, quando na verdade somos uma pipoca num carrinho cheio dessas vendidas logo na portaria de tal cenário artístico. Em outras palavras, em face deste sistema enganador, em inúmeras situações, somos alçados ao deleite da ostentação e ganância aparentemente infinitos, porém, infelizmente, não passamos de singelos protagonistas duma “peça teatral” projetada e dirigida por Deus que igualmente tem começo, meio e fim.
Como as “estrelas” do teatro “contracenamos” pela vida afora e, às duras penas, nos defrontamos com pessoas amargas, fechadas, perversas e desumanas que fazem dos seus corpos domicílios de opressões materiais. Esses, por suas vezes, não se deram conta de que o tempo não para e que o espetáculo pode acabar sem o seu devido merecimento de aclamação. Todavia, assim como uma peça bem trabalhada, se vivermos com vigor e satisfação, ainda que o espetáculo se finde, até quando as memórias se mantiverem intactas, seremos ovacionados pelas nossas boas atuações. Filiado a este posicionamento, então, quero enfatizar dois “atores” desta nossa cidade que concluíram as suas atividades em grande estilo partindo para um lugar desconhecido de nós, mas que temos a certeza de que um dia o conheceremos.
William Shakespeare, considerado um extraordinário europeu sendo um dos maiores dramaturgos do planeta, numa das suas obras que revelara a paixão por excelência denominada por ROMEU E JULIETA, destacou um dos componentes que deveria nortear toda a nossa existência mundana: o amor. Esses “atores” que hoje me refiro, enfim, semelhantemente aos do notável romance shakesperiano, viveram intensamente, cantaram, choraram e riram, fazendo o sentimento que os uniram vencer a morte e os entrelaçarem por toda a eternidade.
EDU e RENATA, no auge dos seus 20 e 29 anos, no dia 28 de novembro de 2009, fecharam as suas cortinas para o público, foram objetos de muitos aplausos pelas suas benfeitorias que enquanto dentre nós praticaram e, para os anais da história, registram as suas boas recordações que nunca mais sumirão dos corações daqueles que de fato os amaram.
EDU e RENATA. Descansem em paz!

.: AMBOS FALECERAM JUNTOS EM DECORRÊNCIA DE UM TRÁGICO ACIDENTE AUTOMOBILÍSTICO NA RODOVIA FERNÃO DIAS ENVOLVENDO A MOTO EM QUE ESTAVAM E UMA CARRETA CEGONHEIRA.