(TEMA ABORDADO: LUIZ CARLOS ALBORGHETTI - "MESTRE DALBORGHA")Das entranhas de ANDRADINA, SP, para o mundo, nascido aos 12 dias do mês de fevereiro do ano de 1945, expelia do ventre da mãe denominada por NAÇÃO BRASILEIRA um dos seus filhos que mais a amara nesta vida enquanto viveu, amor este que de forma impaciente era exposto por meio de palavrões, xingamentos, indignações, etc. Entretanto, essa rebeldia tinha um fundamento humanístico, solidário e bondoso em todas as suas explanações. No decorrer da sua vida esse filho que falecera no dia 09 deste mês deixou muitos desafetos, talvez até muitos processos judiciais, no entanto, para os que das ideias dele eram adeptos, deixou uma enorme saudade que nos remeterá à triste constatação de que perdemos um fiel defensor da moral e dos bons costumes deste país. O nome desse exímio brasileiro é LUIZ CARLOS ALBORGHETTI, um jornalista policial que atuou por muitos anos em programas dessa área no Estado do Paraná, onde também exerceu cargos políticos como de vereador na cidade de Londrina e de Deputado Estadual nesse mesmo Estado na década de 80 em diante.
Luiz Carlos Alborghetti, não tão divulgado na mídia dominante, foi considerado um dos jornalistas mais contundentes do Brasil. Muito criticado por não ter “papas na língua”, foi o espelho que o apresentador do SBT, o Ratinho, teve em sua carreira. Repórter por 7 anos do andradinense, Ratinho encarrilhou no ramo substituindo o então apresentador nas suas ausências e, ao passar do tempo, absorveu para si a ira que todos os brasileiros têm vontade de declarar aos quatro ventos, mas que por falta de coragem não o fazem. Alborghetti, portanto, não tinha medo de nada e nem de ninguém assim como o Ratinho se caracteriza, todavia, sempre temeu apenas um perigo: o câncer. O aguerrido defensor da família, em face da sua garra e luta, acometido pelo mal que em outrora receava, à beira do óbito, também deu um exemplo se mostrando forte, fiel a Deus, dizendo que estaria se curando e que ainda voltaria para a televisão para um novo trabalho, o que de fato, infelizmente, não aconteceu. O mais corajoso dos âncoras jornalísticos, enfim, firmado no propósito de querer ver o nosso povo livre dos “cânceres sociais” que nos afligem acerca da bandidagem, partiu dentre nós sem ter conseguido contemplar o resultado efetivo das suas reivindicações, e a cada dia estamos sendo sufocados pela corrupção escorada por uma impunidade sem fim.
Luiz Carlos Alborghetti, também chamado de “Mestre Dalborgha”, materializava um caráter que fará muita falta no contexto em que vivemos, de modo que as suas ideologias, quer queiram, quer não queiram, são as mais efetivas a fim de combate ao crime organizado da nossa atualidade. Embora sustentasse sugestões contraditórias a alguns preceitos constitucionais, o polêmico jornalista valorizava os HUMANOS DIREITOS, bem ao contrário do que observamos sendo resguardados pelas comissões dos DIREITOS HUMANOS. Entre frases e citações, este ícone que marcou história sendo um fiel escudeiro das pessoas de bem, deixou “no ar” um questionamento passível de ser analisado pelas nossas autoridades quanto à maneira de lidar com a criminalidade, haja vista que se não a combatermos com as mesmas armas com que nos ferem, a curto prazo, seremos massacrados como uma latinha de cerveja às vésperas da reciclagem. Sendo assim, deixemos a hipocrisia de lado e enfrentemos os problemas como eles realmente são. Valorizemos quem verdadeiramente tem valor e punamos severamente os malfeitores. Só assim alimentaremos a utopia de que ainda comporemos uma sociedade digna de sobreviver.
Como disse esse saudoso comentarista policial, bandido bom é bandido morto. Logo, deixemos de construir penitenciárias e nos dediquemos a construir mais cemitérios.
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VEJA DOIS DOS VÍDEOS DO "MESTRE DALBORGHA" QUE ESTÃO ESPALHADOS PELA INTERNET.
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