(TEMA ABORDADO: CARLOS ROBERTO MASSA - "RATINHO")De família humilde e tanto quanto muito honesta, nascido em Águas de Lindóia (SP) em 15 de fevereiro de 1956, eis que, após alguns anos, surge no cenário artístico brasileiro CARLOS ROBERTO MASSA, mais conhecido como RATINHO. Para alguns uma pessoa detestável, para outros uma pessoa adorável. Ao longo da sua carreira pública criou-se sobre ele a teoria de que quem não o ama o odeia sem direito a meio termo. As suas ações, ora na política na qual atuou por muito tempo, ora na televisão como apresentador, não agradavam e até hoje não agradam a todos, principalmente aqueles que compõem a classe A da hierarquia social nacional. No entanto, basta apenas possuir o dom da visão para se constatar que tais exigências, embora praticadas de forma aparentemente “selvagens” por meio de palavras rudes, são integralmente em prol da população mais carente, o que nos leva à certeza de que esse, sim, é um defensor assíduo do extenso grupo de indivíduos miseráveis que ele mesmo, inclusive, fez parte um dia.
Certa feita, ingressando na política como vereador em Jandaia do Sul (PR) - mais especificamente na década de 70 - até ao cargo de deputado estadual ainda pelo Estado do Paraná, RATINHO nunca se esqueceu da massa populacional que até então era a responsável direta por ele estar ocupando tal posição no contexto político da época, entretanto, mesmo insatisfeito com o que presenciava em face do sistema que gerenciava os negócios públicos, nunca se esqueceu da sua origem e, com unhas e dentes, sempre defendeu o interesse daqueles não têm força para reivindicar os seus direitos defronte aos detentores dos poderes superiores denominados por GOVERNOS. RATINHO, portanto, no decorrer da sua vivência, passou a ser um porta-voz dos necessitados e a força que o povo encontra para requisitar aquilo que os seus próprios impostos deveriam, em tese, proporcioná-lo. Sobretudo, RATINHO tornou-se uma “pedra no sapato” dos políticos desonestos que, embasados na demagogia, ludibriam os seus eleitores.
Já no âmbito artístico televisivo, efetivamente, deixando para trás a vida política, RATINHO continuou sólido na sua caminhada a favor dos humildes. Após passar por algumas emissoras, finalmente, incorporou-se ao SBT – “casa” onde ele se encontra até hoje. Em detrimento à corrupção, este possuía um cassetete que era vorazmente batido contra uma mesa como forma de exigir punição aos bandidos, desde os estupradores aos fora da lei de “colarinhos brancos”. Isto é, embasado na coragem extraordinária e na sede da verdadeira justiça contra os maus caracteres, justiça essa que, diga-se de passagem, não condiz muito com o que os membros dos “Direitos Humanos” defendem, CARLOS ROBERTO MASSA, um cidadão comum que em outrora vivia no anonimato, venceu as dificuldades da sua vida sanando as dos outros à medida das suas condições, o que o alçou ao sucesso absoluto transformando-o num admirável e solidário “pai dos pobres”.
Como apresentador de televisão, contudo, é hilário e faz acontecer, ao passo que a audiência, com ele, não para de crescer. Um ser humano desse porte é virtude excepcional, pois ele “mete o muque”, critica muito e quebra o pau. O RATINHO, sem sombra de dúvidas, é engraçado, ordena e faz com que malandro pule, por isso ninguém pode negar que esse camarada tem é muito “café no bule”!
Certa feita, ingressando na política como vereador em Jandaia do Sul (PR) - mais especificamente na década de 70 - até ao cargo de deputado estadual ainda pelo Estado do Paraná, RATINHO nunca se esqueceu da massa populacional que até então era a responsável direta por ele estar ocupando tal posição no contexto político da época, entretanto, mesmo insatisfeito com o que presenciava em face do sistema que gerenciava os negócios públicos, nunca se esqueceu da sua origem e, com unhas e dentes, sempre defendeu o interesse daqueles não têm força para reivindicar os seus direitos defronte aos detentores dos poderes superiores denominados por GOVERNOS. RATINHO, portanto, no decorrer da sua vivência, passou a ser um porta-voz dos necessitados e a força que o povo encontra para requisitar aquilo que os seus próprios impostos deveriam, em tese, proporcioná-lo. Sobretudo, RATINHO tornou-se uma “pedra no sapato” dos políticos desonestos que, embasados na demagogia, ludibriam os seus eleitores.
Já no âmbito artístico televisivo, efetivamente, deixando para trás a vida política, RATINHO continuou sólido na sua caminhada a favor dos humildes. Após passar por algumas emissoras, finalmente, incorporou-se ao SBT – “casa” onde ele se encontra até hoje. Em detrimento à corrupção, este possuía um cassetete que era vorazmente batido contra uma mesa como forma de exigir punição aos bandidos, desde os estupradores aos fora da lei de “colarinhos brancos”. Isto é, embasado na coragem extraordinária e na sede da verdadeira justiça contra os maus caracteres, justiça essa que, diga-se de passagem, não condiz muito com o que os membros dos “Direitos Humanos” defendem, CARLOS ROBERTO MASSA, um cidadão comum que em outrora vivia no anonimato, venceu as dificuldades da sua vida sanando as dos outros à medida das suas condições, o que o alçou ao sucesso absoluto transformando-o num admirável e solidário “pai dos pobres”.
Como apresentador de televisão, contudo, é hilário e faz acontecer, ao passo que a audiência, com ele, não para de crescer. Um ser humano desse porte é virtude excepcional, pois ele “mete o muque”, critica muito e quebra o pau. O RATINHO, sem sombra de dúvidas, é engraçado, ordena e faz com que malandro pule, por isso ninguém pode negar que esse camarada tem é muito “café no bule”!
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