De uma dor de barriga violenta à verificação das notas da faculdade pela internet. Da primeira cólica menstrual nas mulheres à sensação que os homens sentem ao presenciarem o nascimento do primeiro filho. Do primeiro segundo de vida dos menos favorecidos à primeira quebradura de unha das madames presunçosas. Ademais, dentre esses requisitos e muito outros, é claro, sempre está presente o sentimento obscuro que desde os primórdios da raça humana nunca se omitiu, ora nas piores, ora nas melhores ocasiões das nossas vidas: o desespero.
No decorrer das experiências adquiridas pela vida afora vamos observando que o desespero em si é bastante relativo, pois a ele é imputado uma configuração diferente por cada indivíduo de forma muito peculiar, de modo que o que é desesperador para um, para o outro não passa de uma corriqueirice qualquer. O desespero é, portanto, uma percepção que vai se despontando de maneira sutil entremeio aos nossos egos e que se não nos dermos conta este pode nos levar à morte de forma exacerbadamente covarde e ardil.
Com um pano de fundo amparado pela Literatura, não é difícil nos depararmos com personagens marcantes da nossa História que se encontraram em situações altamente aterradoras, o que nos leva a ter a certeza de que o desespero esteve compondo aquele respectivo cenário. Por outro lado, nos tempos atuais, vivemos cercados pelo desespero em face da insegurança pela qual somos devastados a cada instante, além do tremendo tormento ao que somos submetidos no ato em que recebemos as nossas contas para serem pagas a cada mês. No âmbito familiar nos defrontamos diretamente com o desespero, porque sempre há um parente que nos remete ao ápice do nível da irritação. Quem tem filhos está habitualmente desesperado, porque basta um descuido por segundos para que o filho (a) esteja correndo riscos de vida ao sair correndo para a rua, ao aproximar-se do fogão com chamas acesas, entre outras coisas mais. Aos que fazem as suas apostas semanais, nos sorteios dos seus jogos, o desespero tem o seu maior vigor, ainda mais quando é a MEGA SENA acumulada em milhões e o apostador acerta “apenas” a quina. Na escola, conforme foi feita uma breve menção logo no início, a ansiedade “come solta” na medida em que os resultados das provas vão se afunilando e que, à mesma proporção, os professores vão se tornando mais rígidos em virtude da complexidade dos seus conteúdos. Nos momentos de enfermidade, aí sim, o desespero reina, sobretudo, quando se trata de doenças graves ou afins. Por fim, essa agitação que as nossas mentes invade e se apodera é algo intrínseco que cabe a nós controlá-la, senão toda essa força interna pode se virar contra a gente mesmo.Em via de regra, contudo, essa agonia que a todos assola é milenar e já advém da natureza do homem. Alguns a conciliam com o choro, outros com a cólera. Há quem a relacione com a paixão, outros, ainda, com a razão. Porém, desesperado ou não, vou ficando por aqui, pois já estou ficando com aflição. Um abração!
No decorrer das experiências adquiridas pela vida afora vamos observando que o desespero em si é bastante relativo, pois a ele é imputado uma configuração diferente por cada indivíduo de forma muito peculiar, de modo que o que é desesperador para um, para o outro não passa de uma corriqueirice qualquer. O desespero é, portanto, uma percepção que vai se despontando de maneira sutil entremeio aos nossos egos e que se não nos dermos conta este pode nos levar à morte de forma exacerbadamente covarde e ardil.
Com um pano de fundo amparado pela Literatura, não é difícil nos depararmos com personagens marcantes da nossa História que se encontraram em situações altamente aterradoras, o que nos leva a ter a certeza de que o desespero esteve compondo aquele respectivo cenário. Por outro lado, nos tempos atuais, vivemos cercados pelo desespero em face da insegurança pela qual somos devastados a cada instante, além do tremendo tormento ao que somos submetidos no ato em que recebemos as nossas contas para serem pagas a cada mês. No âmbito familiar nos defrontamos diretamente com o desespero, porque sempre há um parente que nos remete ao ápice do nível da irritação. Quem tem filhos está habitualmente desesperado, porque basta um descuido por segundos para que o filho (a) esteja correndo riscos de vida ao sair correndo para a rua, ao aproximar-se do fogão com chamas acesas, entre outras coisas mais. Aos que fazem as suas apostas semanais, nos sorteios dos seus jogos, o desespero tem o seu maior vigor, ainda mais quando é a MEGA SENA acumulada em milhões e o apostador acerta “apenas” a quina. Na escola, conforme foi feita uma breve menção logo no início, a ansiedade “come solta” na medida em que os resultados das provas vão se afunilando e que, à mesma proporção, os professores vão se tornando mais rígidos em virtude da complexidade dos seus conteúdos. Nos momentos de enfermidade, aí sim, o desespero reina, sobretudo, quando se trata de doenças graves ou afins. Por fim, essa agitação que as nossas mentes invade e se apodera é algo intrínseco que cabe a nós controlá-la, senão toda essa força interna pode se virar contra a gente mesmo.Em via de regra, contudo, essa agonia que a todos assola é milenar e já advém da natureza do homem. Alguns a conciliam com o choro, outros com a cólera. Há quem a relacione com a paixão, outros, ainda, com a razão. Porém, desesperado ou não, vou ficando por aqui, pois já estou ficando com aflição. Um abração!
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