
(TEMA ABORDADO: A INÉRCIA DOS GOVERNOS)
Não sei se fazem de propósito ou se é apenas para testar as nossas paciências. Mas, observemos, queridos leitores, que a cada instante os episódios que eram para nos ser chocantes estão sendo “maquiados” a fim de que aos nossos olhos tudo se aparente um verdadeiro “mar de rosas”. Notemos que os “maquiadores” são os nossos governos, os quais têm sempre intenções políticas futuras e que preferem mascarar os infortúnios sociais em vez de pelo menos tentar resolvê-los.
Não sei, também, se você tem costume de assistir a filmes, mais especificamente os de desenho animado. Se sim, recordemos que num dos clássicos da Disney - denominado por “O REI LEÃO”- havia dois personagens (“Timão” e “Pumba”) que em todo o tempo proferiam “Hakuna Matata”, cuja consistência se dava no lema pessoal deles dois entremeio a todo aquele contexto. “Hakuna Matata”, portanto, nada mais era que uma forma de esquecer os problemas que enfrentavam e, como consequência disto, todas as vitórias e passagens pelas quais eles percorriam também recebiam essa nomenclatura.
Sendo assim, analisando por uma ótica cômica, creio que devamos, sim, aderir ao “HAKUNA MATATA”, porque pelo jeito estão querendo que esqueçamos os nossos problemas sem que pretendamos a mínima solução para os mesmos. O povo? Que se dane! “Hakuna Matata” nele! Afinal, meus queridos, somos muito bem representados. Para quê reclamar? Vivemos “maravilhas”! Vivamos o “HAKUNA MATATA” que aprendemos no filme “O REI LEÃO”... Ih! Falei leão? Lembrei-me do IMPOSTO DE RENDA. Puxa! É um problemão, não? Quantos impostos! Ah! Pensando bem... Façamos o que os nossos políticos querem... Esqueçamos os nossos problemas! Vivamos o “HAKUNA MATATA” tendo em vista que as eleições estão aí e é já que todos os nossos problemas acabarão... de novo.
Agora perguntemos: O que faremos, nobres governantes, com as crianças sem escola, os hospitais sem médicos para os menos favorecidos, a fome que se alastra a cada minuto, os corruptos nos governos em geral, o desemprego assolando o brasileiro, a violência assustadora, entre outras desgraças mais? Ah! Quer saber? Usufruamos do “HAKUNA MATATA”! Os nossos impostos são muito bem empregados, não é? Que orgulho desta nação! Podemos dormir sossegados e esquecer os nossos problemas.
Nossa! Dá até vontade de dançar, não é mesmo? Vivendo bem como vivemos, ainda por cima sob a lembrança da linda melodia do filme e com aqueles personagens engraçadinhos, não dá outra... os nossos esqueletos dançam mesmo. Aliás, isso já temos feito há muito tempo, não é verdade? Com ou sem o “Hakuna Matata”, enfim, ultimamente, só temos “dançado”.
É isso aí, senhores políticos! Esquentar para quê, não é? Contemplamos o “Primeiro Mundo” e o nosso lema é ser feliz. Diante disto, entretanto, só esperemos que os vilões como o “Scar” não se tornem definitivamente os reis do nosso “reino” como no filme aqui comparado, pois não sei se estão notando, mas estamos caminhando para o caos e não haverá “Simba” que nos salvaguarde.
Nesse ciclo sem fim, contudo, no qual só temos sido amparados por “Scar’s”, aclamemos os deuses do passado para nos proteger de fato, porque senão seremos pisoteados como o saudoso “Mufasa”.
No mais, quanto ao “HAKUNA MATATA”, ainda aprenderemos a gostar.
Não sei, também, se você tem costume de assistir a filmes, mais especificamente os de desenho animado. Se sim, recordemos que num dos clássicos da Disney - denominado por “O REI LEÃO”- havia dois personagens (“Timão” e “Pumba”) que em todo o tempo proferiam “Hakuna Matata”, cuja consistência se dava no lema pessoal deles dois entremeio a todo aquele contexto. “Hakuna Matata”, portanto, nada mais era que uma forma de esquecer os problemas que enfrentavam e, como consequência disto, todas as vitórias e passagens pelas quais eles percorriam também recebiam essa nomenclatura.
Sendo assim, analisando por uma ótica cômica, creio que devamos, sim, aderir ao “HAKUNA MATATA”, porque pelo jeito estão querendo que esqueçamos os nossos problemas sem que pretendamos a mínima solução para os mesmos. O povo? Que se dane! “Hakuna Matata” nele! Afinal, meus queridos, somos muito bem representados. Para quê reclamar? Vivemos “maravilhas”! Vivamos o “HAKUNA MATATA” que aprendemos no filme “O REI LEÃO”... Ih! Falei leão? Lembrei-me do IMPOSTO DE RENDA. Puxa! É um problemão, não? Quantos impostos! Ah! Pensando bem... Façamos o que os nossos políticos querem... Esqueçamos os nossos problemas! Vivamos o “HAKUNA MATATA” tendo em vista que as eleições estão aí e é já que todos os nossos problemas acabarão... de novo.
Agora perguntemos: O que faremos, nobres governantes, com as crianças sem escola, os hospitais sem médicos para os menos favorecidos, a fome que se alastra a cada minuto, os corruptos nos governos em geral, o desemprego assolando o brasileiro, a violência assustadora, entre outras desgraças mais? Ah! Quer saber? Usufruamos do “HAKUNA MATATA”! Os nossos impostos são muito bem empregados, não é? Que orgulho desta nação! Podemos dormir sossegados e esquecer os nossos problemas.
Nossa! Dá até vontade de dançar, não é mesmo? Vivendo bem como vivemos, ainda por cima sob a lembrança da linda melodia do filme e com aqueles personagens engraçadinhos, não dá outra... os nossos esqueletos dançam mesmo. Aliás, isso já temos feito há muito tempo, não é verdade? Com ou sem o “Hakuna Matata”, enfim, ultimamente, só temos “dançado”.
É isso aí, senhores políticos! Esquentar para quê, não é? Contemplamos o “Primeiro Mundo” e o nosso lema é ser feliz. Diante disto, entretanto, só esperemos que os vilões como o “Scar” não se tornem definitivamente os reis do nosso “reino” como no filme aqui comparado, pois não sei se estão notando, mas estamos caminhando para o caos e não haverá “Simba” que nos salvaguarde.
Nesse ciclo sem fim, contudo, no qual só temos sido amparados por “Scar’s”, aclamemos os deuses do passado para nos proteger de fato, porque senão seremos pisoteados como o saudoso “Mufasa”.
No mais, quanto ao “HAKUNA MATATA”, ainda aprenderemos a gostar.
_____________________________________________________________
Você vai aprender a gostar!
1 comentários:
na num jornal aqui de Monte Verde,muito bom o artigo
Parabéns!
Postar um comentário