(TEMA ABORDADO: SER ALEGRE A QUALQUER HORA)Não é à toa que ainda não se conhece nenhuma criatura mais complexa que o homem na Terra. Enquanto outras estirpes animais se relacionam entre si de maneira civilizada, harmoniosa e produtiva como as formigas, por exemplo, as quais são cooperativas ao extremo, não vivem umas sem as outras, lutam por seus interesses coletivos e que fazem das suas rotinas objetos de companheirismo mútuo, os homens não cessam em se manifestar de forma mesquinha reduzindo as suas vidas numa constante busca por vantagens pessoais em face de uma tristeza e caos sem fim. A criação de Deus que até então era para ser a mais desenvolvida de todas tem sido incapaz de simplesmente ser feliz, ao passo que tal júbilo é tão fácil de ser conquistado. Não é à toa, portanto, que estamos neste clima horrível embasado em episódios grotescos de violência, mortes covardes, doenças, etc, porque se não estamos conseguindo ao menos sorrir para o próximo, que dirá ajudá-lo de forma efetiva?
O Criador, por sua vez, embora perfeito, provavelmente deve se questionar em razão daquilo que Ele mesmo criou, pois hoje em dia vemos cada coisa que, diga-se de passagem, até Deus duvida. Percebamos que ao longo da nossa vivência presenciamos absurdos que, pelos agentes dos horrores, notoriamente são aprendidos na ausência de companheirismo nos leitos familiares, lugares estes que em muitos casos são desprovidos de amor, amizade e carinho. Hoje podemos sentir a falta que faz uma palavra amiga àquele que mais precisa junto à transformação que isso ocasiona aos mesmos que já não têm mais temor às Leis tendo como pano de fundo a empáfia que os certifica de que a impunidade será inevitável. Hoje as pessoas já não sabem mais o valor de um aperto de mão que represente uma manifestação cativante, bem como logo imaginam o quem poderiam lucrar com aquilo já em detrimento do sentimento puro que tal gesto realmente reproduz. As pequenas coisas da vida que aparentemente são insignificantes, mas que são as melhores de todas, de fato estão sendo desviadas para o segundo plano e, em virtude disto, estamos incorrendo num grandioso risco de nos tornarmos cada vez mais insensíveis e robotizados.
De outro modo, queridos leitores, quando chegarmos ao consenso conosco mesmo de que estamos sendo inválidos ao ponto de não mais detectarmos as benevolências que um sorriso amigo pode ocasionar e por isto nos tornarmos fracos o bastante para nunca mais sorrirmos, estejamos certos de que a felicidade abruptamente terá chegado ao fim e como consequência estaremos predestinados à morte psicológica.
Entretanto, sorriamos - a qualquer custo - nem que seja sob as ordens daquelas plaquinhas com os seguintes dizeres: “SORRIA, VOCÊ ESTÁ SENDO FILMADO!”. Na seara das trevas sejamos a luz e procuremos a alegria esteja ela onde estiver. Sobretudo, não nos deixemos abater pelas picuinhas e obstáculos que este mundo nos impõe, tendo em vista que a nossa vida é uma só, sendo ela um bem pessoal, exclusivo e intransferível, logo, insubstituível.
Não obstante, então, façamos do nosso convívio social um modelo de comportamento para que, a cada dia, a complexidade que nós mesmos nos imputamos seja extinta de maneira gradativa.
Sejamos, enfim, como as formigas, ainda que nos menosprezem pelo minúsculo tamanho. No entanto, continuemos alegres e prósperos, porque se firmarmos em união poderemos vencer a tudo e a todos na composição de um louvável e glorioso formigueiro.
O Criador, por sua vez, embora perfeito, provavelmente deve se questionar em razão daquilo que Ele mesmo criou, pois hoje em dia vemos cada coisa que, diga-se de passagem, até Deus duvida. Percebamos que ao longo da nossa vivência presenciamos absurdos que, pelos agentes dos horrores, notoriamente são aprendidos na ausência de companheirismo nos leitos familiares, lugares estes que em muitos casos são desprovidos de amor, amizade e carinho. Hoje podemos sentir a falta que faz uma palavra amiga àquele que mais precisa junto à transformação que isso ocasiona aos mesmos que já não têm mais temor às Leis tendo como pano de fundo a empáfia que os certifica de que a impunidade será inevitável. Hoje as pessoas já não sabem mais o valor de um aperto de mão que represente uma manifestação cativante, bem como logo imaginam o quem poderiam lucrar com aquilo já em detrimento do sentimento puro que tal gesto realmente reproduz. As pequenas coisas da vida que aparentemente são insignificantes, mas que são as melhores de todas, de fato estão sendo desviadas para o segundo plano e, em virtude disto, estamos incorrendo num grandioso risco de nos tornarmos cada vez mais insensíveis e robotizados.
De outro modo, queridos leitores, quando chegarmos ao consenso conosco mesmo de que estamos sendo inválidos ao ponto de não mais detectarmos as benevolências que um sorriso amigo pode ocasionar e por isto nos tornarmos fracos o bastante para nunca mais sorrirmos, estejamos certos de que a felicidade abruptamente terá chegado ao fim e como consequência estaremos predestinados à morte psicológica.
Entretanto, sorriamos - a qualquer custo - nem que seja sob as ordens daquelas plaquinhas com os seguintes dizeres: “SORRIA, VOCÊ ESTÁ SENDO FILMADO!”. Na seara das trevas sejamos a luz e procuremos a alegria esteja ela onde estiver. Sobretudo, não nos deixemos abater pelas picuinhas e obstáculos que este mundo nos impõe, tendo em vista que a nossa vida é uma só, sendo ela um bem pessoal, exclusivo e intransferível, logo, insubstituível.
Não obstante, então, façamos do nosso convívio social um modelo de comportamento para que, a cada dia, a complexidade que nós mesmos nos imputamos seja extinta de maneira gradativa.
Sejamos, enfim, como as formigas, ainda que nos menosprezem pelo minúsculo tamanho. No entanto, continuemos alegres e prósperos, porque se firmarmos em união poderemos vencer a tudo e a todos na composição de um louvável e glorioso formigueiro.
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