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terça-feira, 30 de dezembro de 2008

HOMENAGEM PÓSTUMA - 12

FELIPE CESAR TOMAZ OLIVEIRA


UM VERDADEIRO GOL DE PLACA
Adentrando a seara dos subentendimentos, tanto quanto nas grandes poesias, me enquadro na plena condição de dissertar sobre o que são as nossas vidas à luz do futebol. No esporte predileto dos brasileiros encontramos analogias às respostas para os nossos problemas, dificuldades estas que, sem mais nem menos, aparecem em nossa frente como obstáculos aparentemente intransponíveis, porém, não passam de meros estorvos que, com fé, em frações de segundos, são remediados de maneira inusitada.
Nos gramados da vida, portanto, encontramos adversários decididos a nos derrotar no intuito de subirem ao pódio às custas das nossas derrotas; existem também as faltas que nos incomodam, prejudicam e machucam em graus exorbitantes, sem contar com os golpes ilegais e palavrões de baixo calão que às vezes ferem muito mais que chutes nas canelas. No entanto, felizmente, existem na mesma proporção as regras que são estabelecidas pelo grande árbitro, o qual possui várias vertentes de “caráter profissional” multifacetadas, que nos vigia e avalia em todo o tempo prestes a “convocar” o melhor de todos para compor o Seu time particular que mantém lá no céu.
Em face dessa realidade não é difícil de se constatar que a “convocação” que presenciamos há poucos dias, apesar de dolorida para nós, foi apenas um chamado do Pai para que o nosso pequeno e exemplar jogador se tornasse titular na seleção celestial. Entremeio aos anjos que exalam singeleza pelas suas cristalinas ações estava o lugar reservado para que o estimado FELIPE CESAR TOMAZ OLIVEIRA alegrasse a escala das melhores almas junto às que já se foram daqui, assim como ele jamais deixou de fazer no período em que esteve entre nós envaidecendo os seus familiares e amigos.
À luz de sua inofensiva e ligeira passagem por nós, FELIPE nos encaminhou à chance de enxergarmos a limpidez transparecida na aura branca de uma verdadeira criança abençoada. Do mesmo modo, como os gols que marcou nas suas atuações como adepto aos referidos jogos, nunca deixou a tristeza o abater fazendo com que a sua alegria intrínseca contagiasse o ambiente em que se instalava. Ágil como as bolas que chutava e como a sua própria vida, aos sorrisos e muito feliz, FELIPE foi hábil o suficiente e se mostrou merecedor de integrar o grupo dos mais puros. Então, Deus, agora no encargo de “olheiro”, assim o fez “convocando” o FELIPE para o mais cobiçado “rol de atletas” já existente na face do Universo, para junto de Si, exatamente como fazem os informadores internacionais quando levam os nossos profissionais futebolísticos para o exterior.
Esse distinto e adorável garoto, por fim, na amplidão da sua vitalidade e no gozo da sua infância, semelhantemente ao que acontecerá com este ano daqui a alguns dias, nos deixou para desfrutar do bom e do mais sublime à companhia d’Aquele que nos criou, que o “convocou” e que nos “convocará” quando menos esperarmos. Com bastante esperança, hoje, cabe a nós orarmos pelo espírito do saudoso FELIPE munidos das suas melhores recordações, para que, quando chegar a nossa hora, também possamos partir na expectativa de que um dia o encontraremos de novo sob as bênçãos e contemplações que o grandioso Juiz nos disponibilizará no decorrer da eternidade.
Querido FELIPE, para nós você foi, é e sempre será UM VERDADEIRO GOL DE PLACA!
DESCANSE EM PAZ!
* 11/08/1999
+ 20/12/2008

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

NUM REINO ESPECIAL


(TEMA ABORDADO: AS APAE'S E AS SUAS IMPORTÂNCIAS SOCIAIS)
Numa manjedoura nada aconchegante por aspectos físicos, todavia estrondosamente confortável por razões afetivas proliferadas no local, lá em Belém, há 2008 anos, estava literalmente deitada a salvação da humanidade - personificada em um bebê - sob os atentos olhares fixos daqueles que ali faziam presença. Entre pessoas e animais a descendência mais importante de todos os tempos surgia das entranhas da mais pura das mulheres para que, a partir de então, a ternura fraternal se expandisse entre os irmãos espelhada nos mandamentos de Deus; porém, infelizmente, após certo período, estes não foram respeitados ao ser principiada uma terrível traição, cuja efetivação lucrou 30 moedas de prata ao traidor. Isto é, desde a referida época os cifrões sempre “falaram mais alto” à consciência dos humanos, tanto que como prova é sabido o fato de que até o MAIOR HOMEM DO UNIVERSO, Jesus Cristo, foi traído por aquilo que ainda movimenta as maiores cobiças mundanas até hoje, o dinheiro. Mas, constatando a ineficácia dos apegos terrenos, Aquele que havia sido assassinado por causa de tal deslealdade ressuscitou dos mortos e irradiou a única e sólida verdade, a qual, com trejeitos multifacetados, seguiu em rumo ao legítimo amor que ninguém pode comprá-lo, mas sim cultivá-lo dentro de si e, certamente, distribuí-lo.
Esse amor que estamos nos referindo, tendo em vista os costumes inadequados efetuados em função das vantagens financeiras planejadas pela maioria, é tributo de poucos com capacidade de abranger a todos quando é instigado. Os verdadeiros sentimentos, portanto, os quais advêm do Pai, são peculiaridades raras que compõem os caráteres de pessoas previamente selecionadas pelas brandas e delicadas mãos do Criador.
Sendo assim, observando ao nosso redor e muito próximo de nós, existe um “reino” muito especial em que esse sentimento dócil impera por meio de sorrisos e falas indecifráveis. Nessa localidade a solidariedade faz morada, o carinho extravasa à pele e o respeito é praticado segundo a segundo. Lá, a tristeza que às vezes sentimos se torna insignificante defronte às dificuldades que, se avaliadas com afinco, aos imperfeitos lá freqüentadores, seriam motivos de profundo terror, no entanto, a fé e perseverança nunca se omitiram e a harmonia prolifera de modo excepcional. Nesse “reino” as amarguras se apagam, as lições de vida se assomam, as boas relações se dão pela dádiva de amar, os agrados são sinceros e as alegrias são intrínsecas. Nesse “reino” os “reis” são múltiplos e as suas deficiências também. Nesse “reino” não importa a riqueza material, entretanto, transbordam os acúmulos sentimentais. Pelos seus “habitantes”, nesse “reino”, uma mala com um milhão de reais é trocada por uma bola de plástico colorida sem o menor problema, por exemplo. Nesse “reino” a inclinação da alma e do coração ali está, sempre nos ensinando a crescer à luz da verdade que um dia foi escancarada por Jesus. Nesse “reino” há crianças especiais que, com todos os seus problemas natos, provocam nas nossas mentes uma retrospectiva de atos e uma tremenda reavaliação de conceitos. Nesse “reino” se vangloriam os excepcionais e se materializa a amplitude da ingenuidade cristalina. Esse “reino” são as APAE’s e seus alunos; aqui, enaltecendo a de Camanducaia.
Parabéns a todos os funcionários, professores, responsáveis, colaboradores e afins dessa associação. Com vocês adquirimos os métodos essenciais para vivermos a vida de fato - embora parecer um pleonasmo, muitos apenas passam por ela - sobretudo, com muito mais reflexão sobre como agimos e convivemos em comunidade. O que vocês fazem por essas crianças jamais será recompensado à altura por nós homens, de modo que só Deus, com toda o Seu poder, assim o poderá fazê-lo. Um forte abraço a todos!

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

» PLANTÃO DO SERVÃO «

THÁVINNI MACEDO RODRIGUES SILVA
é filha da nossa querida médica veterinária de Camanducaia, THELISSIA PAULA MACEDO RODRIGUES, e do também querido professor de informática MÁRCIO DONIZETI DA SILVA. É neta do ilustre professor de matemática DITINHO RODRIGUES (pai da THELISSIA), do famigerado PAULINHO DA COCA (pai do MÁRCIO)e das suas respectivas esposas.
***
"A Thávinni, num encontro que tivemos na Igreja Adventista do 7º Dia nesse sábado, dia 20/12/2008, como em todas as oportunidades que nos encontramos nas vezes que sou convidado a participar dos cultos pelos queridos membros que lá freqüentam, esbanja simpatia e concretiza a veracidade dos boatos que atribuem o amor de Deus em grande escala às criancinhas. Essa garotinha, além de linda, com certeza seguirá os caminhos do Senhor conforme lhe será ensinado, bem como, desde já, é perceptível a olho nu o seu carisma, ingenuidade, bondade e grande futuro, sendo este último, sem sombra de dúvidas, incrivelmente promissor à luz dos exemplos de Jesus Cristo. Aos pais dela, parabéns aos meus amigos Thelissia e Márcio por me proporcionarem a dádiva de segurar nos braços um primor de menina como a filha de vocês. Muito obrigado, também, por serem meus amigos, ao passo que sempre farei de tudo para honrar tal amizade que nos une fortemente principiada desde a juventude dos nossos ascendentes. Espero ter plenas condições, continuadamente, de ser capaz de retribuir esse nobre carinho a mim dedicado com a mesma reciprocidade de sentimentos à altura das suas pessoas. Um forte abraço!"
Servão, "O HOMEM DO POVÃO".

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

HOMENAGEM - 11

PAULO SÉRGIO LOPES


"HOMO FIDELIS"

Estamos praticamente às vésperas do Natal, porém, o verdadeiro sentido desta data vem sendo abolido tempo a tempo. Inúmeras pessoas não têm enxergado a essência de tal espírito sob uma ótica cristã à luz do nascimento de Jesus, então, como um mero objeto substituível, trocaram os protagonistas da história e adotaram a imagem de um velho obeso com gorro vermelho, de barba branca e demais artefatos, abastecido de presentes num saco e que nos dias 25 de dezembro eventualmente alimenta o “dragão consumista” que habita dentro dos seres humanos.
Felizmente, no entanto, ainda podemos nos valer de pessoas que, apesar da conturbada sociedade valorativa em que estamos inseridos, fazem das suas vidas exemplos vivos de seguimento à risca dos ensinamentos Daquele que aniversaria semana que vem completando 2008 anos. Com o coração orgulhoso e com o ego envaidecido, portanto, mais uma vez, teço referências à nossa querida mãe Camanducaia por sustentar entre os seus filhos uma raridade dessa qualidade, isto é, de forma selecionada e exclusiva, na sua prole, novamente, se destaca um nobre cidadão capaz de fazer da real significação natalina um requisito primordial do seu dia a dia. Ele é o PAULO SÉRGIO LOPES.
Assim como o Latim – língua extinta há muitos anos, contudo, sempre relembrada e usada em virtude de sua alta importância por originar vários idiomas pelo mundo – PAULO SÉRGIO LOPES também é um ser originador, só que da bondade fraternal, pela qual transmite compaixão aos necessitados, deixa rastros de paz por onde passa e que, mesmo quando não existir mais, jamais será esquecido em razão da sua fundamental permanência nesta Terra. Pelos esclarecidos motivos, sem brechas para hesitações, é fácil de se concluir que esse, sim, realmente é “HOMO FIDELIS”, ou seja, um HOMEM DE FÉ.
Todas as palavras em todas as línguas, enfim, certamente seriam inúteis no intuito de homenagear esse amigo, bem como nada seria atingível o suficiente ao enaltecimento de alguém que no decorrer da vida leu a Bíblia inteira por várias vezes. Diante disso confesso que não me considero habilitado a dissertar sobre esse homem tão íntegro com tamanha precisão e intimidade, logo, ousadamente, mesmo assim, o faço sem pudor algum, porque de fato, agora sim, me considero fã incondicional desse fidedigno irradiador de harmonia.
Nessa mesma linha de raciocínio, concluindo, ao passo que os reis magos presentearam Jesus com três agrados (ouro, incenso e mirra) guiados por uma estrela, aqui, Deus nos presenteou com uma estrela formada por três palavras, a qual caracteriza a reverência a Ele próprio junto a todas as Suas reminiscências. Ela se chama, afinal, PAULO SÉRGIO LOPES.

FELIZ NATAL A TODOS!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

COISAS DO PASSADO?

(TEMA ABORDADO: ALERTA PARA O FUTURO)

Num encontro informal...

“_ Olá! Tudo bem? Quanto tempo, heim? O meu nome é PASSADO. Lembra-se de mim?
_ Olá! Tudo bem, senhor PASSADO. Que “dá hora” lhe encontrar aqui. O meu nome é PRESENTE. Confesso que me recordo vagamente do senhor, mas a sua aparência não me é estranha.
_ Pois é, rapaz. Na verdade somos absolutamente interligados um ao outro, isto é, você depende de mim para existir. Mas enfim, me diga uma coisa, PRESENTE, o que tem feito de bom?
­_Ah, senhor PASSADO! Eu sou movido à base de baladas, “night” e “pegação”, né? Isso, sim, que é viver bem. O resto é coisa do senhor. Tenho só “curtido” o momento “zoando” sem limites, me embriagando, “pegando” geral, me interando das novas gírias que gradativamente vão surgindo, me adequando à moda das vestimentas de marca e “aproveitando” a juventude. É assim que tenho feito para não fazer parte do grupo dos “não-caretas”, “tá ligado”?
_Nossa! Como as coisas mudaram, não? Na minha época os valores eram outros e, pode parecer brincadeira, as pessoas eram felizes. Recordo-me que os próprios pais exigiam dos seus filhos o hábito da leitura de bons livros para que exercitassem e enriquecessem o vocabulário. Você não tem esse costume?
_Que isso, “PASSADÃO”? Isso é coisa do senhor, “pô”! Eu nem sei quanto tempo que eu não pego num livro. “Tá viajando”? Não tenho paciência de ler.
_Poxa! Mas você não se interessa por política, economia mundial, teatro, cinema, folclore, História, globalização, ou seja, não procura adquirir cultura? – interrogou o PASSADO.
_Sai fora! Nem penso nisso. Eu quero é “zoar” e beijar na boca. Que “mané” cultura, “mano”? Essas coisas são só do senhor.
_E pedir a bênção para o pai, para a mãe, para os avós, tios, padrinhos; dar um abraço fraternal a um amigo do coração, dar o máximo de si ao próximo que se encontra na pior; periodicamente fazer uma visita a um asilo, a uma instituição da APAE, olhar para o outro(a) com solidariedade e respeito? – perguntou o PASSADO.
_Putz! Aí já é demais. Que coisa mais “sinistra”. Isso é coisa do meu avô. Eu nem sei o que é isso. A moda agora é namorar pelado, “sacô”? – satirizou o PRESENTE.
_Ah, sim! Entendi. Porém, se quiser sobreviver por mais alguns anos, trate de reavaliar os seus conceitos, porque o FUTURO está para chegar aqui aí e certamente será implacável contra você.
Com um sorriso irônico na face o PRESENTE deu as costas ao PASSADO e foi embora.
Indignado e sozinho, portanto, pensou o PASSADO:
_ Tomara Deus que o FUTURO tenha piedade do coitado do PRESENTE, senão em breve, sem sombra de dúvidas, aquela cabeça vai rolar pelo chão afora.”
MORAL DA HISTÓRIA: Nas nossas vidas procuremos ter um íntegro amigo PASSADO para que o seu dependente PRESENTE nos dignifique em todo o tempo rumo às benevolências de um consolidado e recompensador companheiro FUTURO. Sonhemos como se fôssemos viver para sempre e vivamos como se fôssemos morrer amanhã. Pensemos nisso!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

A ARTE DE "DESCER O PAU"

(TEMA ABORDADO: MANIA NACIONAL)

Isto é fato. Muito além do futebol, dos belos bumbuns das mulheres saradas, cerveja, entre outras preferências nacionais, o que prevalece inerentemente aos brasileiros e brasileiras é a aprimorada arte de “descer o pau”. Não há um(a) cidadão(ã) desta terra que um dia se quer não “desceu o pau” em alguém ou em algo, por melhor que a respectiva vítima tivesse sido. Está no sangue, não tem o que fazer!
À vista disto é fácil de se constatar que tal arte, a qual nos é nata, se manifesta em todos os ambientes, variando desde os mais agitados aos mais calmos. Há também as inúmeras formas de apresentação, de modo que cada “artista” exibe a sua “arte” de maneira exclusiva, é claro. Quando nascemos já exigimos as coisas “descendo o pau” por meio do choro. À medida que crescemos, na escola, sutilmente e aos cochichos, “descemos o pau” nos professores, ainda mais quando eles nos chamam a atenção ou quando complicam as nossas situações na seara das notas. Numa reunião entre amigos o assunto principal é sempre “descer o pau” na vida alheia, salvo se os alheios forem os componentes da turminha ou membros das suas próprias famílias. Num grupo de homens as mulheres bonitas são vangloriadas e desejadas ao extremo, mas às feias o usufruto da “arte” vem à tona a todo vapor. Já, num conjunto de mulheres, literalmente, se constitui um enorme ajuntamento de “artistas” em prazo de segundos. Nas igrejas sempre tem uns que “descem o pau” nos irmãos, nos padres, nos pastores, etc; nos estádios de futebol “descem o pau” nos juízes, em massa; nos restaurantes “descem o pau” nos cozinheiros, nos garçons, nos donos, enfim, em tudo, alegando que a comida estaria ruim, mesmo que fossem as melhores refeições do mundo em estabelecimentos impecáveis; “descem o pau” nos servidores da internet, ainda que estes estivessem 100% funcionando; “descem o pau” nos pedreiros mais econômicos possíveis dizendo que eles estariam gastando muito com materiais; “descem o pau” nos açougueiros porque a carne estaria dura; “descem o pau” no tempo porque está frio ou porque está calor; “descem o pau” nas contas porque não dão conta de quitá-las; “descem o pau” na televisão porque não teria nada de bom para assistir; “descem o pau” no jornal porque não teria nada que prestasse para ler; “descem o pau” no comércio porque os preços estariam uma fortuna; “descem o pau” em todas festas e nos seus holerites, porém, não perdem nenhuma e em todas as vezes gastam horrores; “descem o pau” nos Governos muitas vezes sem saber os motivos; “descem o pau” na vida porque nasceram... E por aí vai...
Sendo assim, portanto, lembremos que somos talentosos o suficiente para tanto, tendo em vista que em todo o tempo externamos os nossos característicos “dotes artísticos” de “descer o pau”. Todos são desse jeito, basta ser brasileiro(a). E não adianta fazer careta, pois VOCÊ também já “desceu o pau” pelo menos uma vez na sua existência, tenho certeza disso. Ah! Vale ressaltar que as oportunidades nunca passam duas vezes por nós, heim? Se você não gostou do que leu aqui e se não se enquadrou nas condições acima, aproveite e liberte o “artista” que mora dentro de você. Olhe para esta foto acima e, sem dó, pode “DESCER O PAU”!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

» PLANTÃO DO SERVÃO «

JORGE TOSTA
é juiz de Direito em São Paulo, professor na Escola Paulista da Magistratura e na Universidade São Francisco em Bragança Paulista, onde leciona Direito Processual Civil e Direito Constitucional, mestre em Direito Processual Civil e doutorando em Direito Constitucional pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), instituição onde lecionou, como professor assistente, Direito Processual Civil. Professor de Teoria Geral do Processo nos cursos de especialização do Instituto Nacional de Pós-Graduação (INPG).
***
"É com muita honra que ilustro este blog com a imagem desse meu ilustríssimo ex-professor de Direito Processual Civil do 4º semestre, o qual, acima de tudo - com toda a sua descomunal e inquestionável sabedoria jurídica unida à sua vastíssima cultura que a nós, alunos, foram parcialmente transmitidas no respectivo período de tempo na UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO por meio das suas aulas -, no exercício da sua função, é capaz de mesclar o seu extraordinário profissionalismo à ética, bom humor, amizade, entre infindáveis outras boas qualidades, que foram os responsáveis pela certeza de que foi o melhor professor que eu já tive até hoje em toda a minha vida. Um fenômeno de tal magnitude denominado por Jorge Tosta deveria ser contemplado por todos os estudantes de Direito do Brasil, de modo que ele é, convictamente, uma preciosidade raríssima que mereceria ser resguardada e respeitada tanto quanto a nossa Constituição Federal Brasileira".
Servão, "O HOMEM DO POVÃO"